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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Sobre homoafetividade, liberdade de expressão e o dia 19/07...



No ultimodia 19/07, foi o dia em que se comemorou o Dia da Juventude LGBT. A data, celebrada por grupos jovens de todo o mundo, é em homenagem a Mahmoud Asgari, 18, e Ayaz Marhoni, 16, enforcados no Irã em 2005 apenas por serem gays... 

E com toda essa história do tal KIT GAY e esses cidadãos que foram agredidos na ultima semana por terem sido confundidos com um casal gay, fiquei aqui imaginando o que colocar nesse post, mas resolvi deixa-lo um pouco mais autoexplicativo rsrs, talvez um pouco de preguiça de escrever qualquer coisa mesmo estando muito agitado não sei pq enfim sem mais enrolas, a homofobia até onde sei é o PRECONCEITO contra aqueles que amam pessoas do mesmo sexo ok!, é o preconceito contra pessoas que tem desejos, anseios, necessidades e sentimentos como qualquer outro ser humano ao meu ponto de vista, e o que há de errado nisso ?
- NADA
Não devem existir regras para o amor.Ele deve seguir apenas o respeito e a liberdade, vc não precisa ser homossexual para respeitar um homossexual, ai fui pesquisar na internet umas coisas sobre a liberdade de expressão LGBT no pais e é muito óbvio que muita gente tem se incomodado com a forma com que a questão da aceitabilidade da diversidade sexual veio à tona nos últimos dias. É fato que muita gente alega que estaríamos vivendo um momento de tentativa de supremacia homossexual, tendo em vista que grupos associados à causa gay têm exigido maior tutela de direitos concernentes às suas cidadanias.

A questão apimenta de certa forma o debate público e nos faz observar como a sociedade brasileira se acostumou aos tratamentos desiguais no que é reputado ao tratamento na lei, utilizando, ao caso, a argumentação da liberdade de expressão. A lógica segue o seguinte: a pessoa tem direito a ser gay e eu tenho direito de dizer que ser gay é errado ou mesmo uma aberração, ou qualquer coisa do gênero.
Segundo Paulo  ''A naturalização das desmedidas de aplicação da lei da igualdade ainda me causam espanto. A questão que se sobressai nesse emaranhado de opiniões é a importância do papel que o Estado Democrático de Direito deve ter como garantidor de direitos universais, direitos de cidadania, diga-se. Há escalonamento de cidadania? Há quem seja mais ou menos cidadão? 

A questão da cidadania igualitária supera as questões de grupos, ela deve estar acima de tudo isso. O fato é que, por termos optado pelo sistema de cidadania isonômica, no espaço público, não deve ser admitida a diminuição valorativa do ser humano pelas suas condições inerentes e, portanto, à todos deve ser imprimido um tratamento digno. 

Também é fato que a lei pode, antes de ter simples conteúdo punitivo, possuir conteúdo educativo e norteador de uma sociedade mais humana e civilizada, onde o respeito mútuo seja dever essencial do existir em sociedade. O meu direito não precisa acabar para que o outro exerça o dele. Os direitos podem coexistir em harmonia, desde que haja respeito mútuo. 

Seria ideal que não fosse necessário uma lei que proibisse e punisse quem acha natural diminuir uma pessoa por ser ela homossexual, judeu, negro ou qualquer outra característica. Mas, longe do ideal, vivemos em um Estado real que necessita de "aparos de arestas sociais", uma sociedade que ainda possui pessoas que acham que chamar negro de "macaco" é normal e que por estarem no seu "direito", podem ofender quem quiser. Isto não é liberdade de expressão, e sim liberdade de opressão''. 
Então pesquisando mais e mais achei esse relato super bacana que resolvi postar.

'' Vc tem nojo de ver dois homens se beijando?
Eu tenho nojo de ver gente batendo em gente, de ver gente enganado gente, de ver gente matando gente, de ver gente passando fome, de ver gente negando direito de gente por ser diferente, disso sim eu tenho um puta nojo!
Mas vc pode dizer o que pensa da homossexualidade das pessoas, é saudável falar o que pensa, desde que não desrespeite ninguem, e já que vc está tão aberto a discutir esse assunto, eu te proponho que vc tire um pouco o ''casaco da moralidade'' e sem ideias prontas imagina como seria se vc fosse gay.
Não tenha medo, imagina vc se descobrindo ser uma coisa que não queria ( e lembre-se que a humanidade não está preparada para gente diferente), tente se imaginar sentindo amor por outro ser humano (que infelizmente não é o ser humano do tipo que sua mãe sonhou), imagine a dor de ver que vc vai ter que escolher entre a sua felicidade ou a dos seus pais, ou então viver escondido e com medo, levando uma vida frustrada, ai um dia vc é descoberto e é humilhado, negado e escorraçado, vc está sozinho no mundo e não entende porque tem que ser assim, será que amar é algo assim tão errado? será que vc é tão ruim assim ?
Quando vc abraça um amigo todo mundo acha fofo, mas quando vc beija um amigo vc vira uma aberração?
Ai começa o preconceito!
Vc é demitido, é xingado na rua por pessoas que vc nem conhece, é alvo de piadas e fofocas e de repente vc pensa ser uma pessoa inferior, só por amar diferente...
Pense nisso e tente se imaginar nessa situação, vc vai ver que ninguem merece o seu ''nojo'', vai sentir falta de dignidade e boa vontade.''
Autor Desconhecido

Não tem nem o que falar acho q a gente tem sim que falar o que pensa, mas pensar antes de disseminar algo que ouviu sem saber ao menos a real verdade desses fatos!

Tenham um BOM DIA!

Sobre não precisar...


Noite de insônia pra variar, esse SIGA me deixou estressado ai o sono caiu fora e não me esperou mesmo, fui ler um livro do Caio mas nada desse sono, então resolvi organizar umas tralhas e acabei achando esses trechinhos do Victor Jabor que achei legal postar aqui ^^

   Não vou dizer que preciso de você, porque infelizmente, não posso precisar. 
   Não vou dizer que gosto de você, porque você não merece meu amor. 
   Não vou dizer que não sofri, porque ao contrário de você, não tenho medo de ser feliz. 
   Não vou dizer que o mundo é cruel, porque eu tenho certeza que para você ele será pior. 
   Não vou dizer que achei normal, porque para mim sinceridade é fundamental. 
   Não vou dizer que não chorei, embora você não mereça. 
   Não vou dizer que sinto saudade, sentir saudade do que nunca foi meu, de fato, seria patético. 
   Não vou dizer que te odeio, mas com você minha consideração não existe mais. 
   Não vou dizer que não estou triste, mas a decepção é ainda maior. 
   Não vou dizer que é fácil escrever isso, mas te esquecer é mais difícil. 
   Não vou dizer mais nada, quem não merece minha consideração nunca merecerá meus     sentimentos e tampouco minhas palavras.

Ao som de Adele *-*

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Sobre os talvezes da vida ...

Como ando fazendo nada da vida nessas ferias, fico o tempo todo na internet, ai esses dias navegando por blogs alheios achei o texto no  blog da Marla, e resolvi postar aqui pq eu tb uso palavras para não sofrer, para plagiar uma dor, pra fingir que sou leve e que está tudo bem. Uso palavras pra falar de uma chuva que talvez eu não conheça porque não me permiti ficar encharcado dela. E ela virou a metáfora de um relacionamento que pode ser tristemente poético...


... Talvez a verdadeira intimidade eu só tenha buscado com as palavras. E eu me entupi delas no momento em que poderia estar aprendendo alguma coisa com alguém. Talvez eu aprenda a ser mais silencioso; a usar palavras menos aflitas, a falar mais com o olhar. Porque me entupindo de palavras eu me defendo cuspindo-as em alguém que tente uma aproximação.

Faço um muro de palavras entre mim e as pessoas. Sou autoexplicativo só pra confundir.





Talvez eu tenha nascido para uma vida desapaixonada e culta. Talvez eu nunca tenha olhado verdadeiramente o outro; e só tenha visto o texto pronto que criei acreditando nele. Talvez eu não conheça o que julgava ter acesso cognitivo. E isso me entupiu de certezas que eu não soube abandonar ao longo do caminho.

Uso palavras para não sofrer, para plagiar uma dor, pra fingir que sou leve e que está tudo bem. Uso palavras pra falar de uma chuva que talvez eu não conheça porque não me permiti ficar encharcado dela. E ela virou a metáfora de um relacionamento que pode ser tristemente poético.

Talvez eu só tenha sentido saudade pra falar de outras coisas. Pra usar a palavra "saudade" mesmo, que eu adoro. Acho que estou muito cansado. Falei demais das coisas e , no entanto, não toquei verdadeiramente em nada. Observei e descrevi, cheio de filtros semânticos. Dentro da minha limitação eu interpretei o Universo para que eu coubesse nele, em mim. E alienei as pessoas dentro de conceitos. E arranjei um sentimento pra cada coisa. E pensei que assim, tudo estaria em ordem, sob controle.

Eu que me julgava não julgador, me considerava livre, agora tendo que empurrar as grades dessa prisão de certezas que criei pra mim. Sem poder culpar ninguém. Usando um discurso de alguém que não quer magoar o outro pra descobrir que no fundo só me importei comigo mesmo e com os meus medos. Não deixei que o outro experimentasse o que havia de melhor ou de pior em mim. Não deixei que ele escolhesse.Mantive o muro de palavras e o meu discurso pronto pra continuar a salvo do outro lado. Eu que sempre falei de pontes...

Talvez eu seja uma farsa. Talvez eu seja virtualmente inacessível. Alguém que se entope de adjetivos pra entender as coisas e dizer que não se preocupa em entender nada. Eu que sempre falei de amor, não amei o outro em toda a dimensão da pessoa que ela é. Talvez eu tenha me preocupado mais com as vírgulas que não usei nas cartas de amor que escrevi que com as pessoas que as receberam e que se julgaram amadas. Talvez eu só tenha dançado pra fingir que gostava de música. Talvez eu só tenha bebido pra fazer parte de um círculo social. Talvez eu só tenha aceitado certas coisas pra poder ser chamado de amigo e usei levianamente a palavra amizade.Talvez eu tenha me apaixonado diversas vezes pra fazer parte do círculo de pessoas que sorriem diferente porque estão amando e sofri as carências que intercalam as paixões como se fossem reais. Talvez eu tenha rompido relações pra escrever cartas de despedida e mostrar como eu dominava a dor ao escrevê-la. Talvez eu só tenha experimentado as relações dentro da literatura.

Acho que estou realmente cansado. Falei demais sobre tudo e continuo no escuro. E a minha recusa em tocar nas coisas me impede de sair tateando em direção à luz. E mais uma vez eu uso palavras pra tentar me defender de algo, de mim.Talvez eu precise parar de ler Clarice Lispector... Talvez eu devesse escrever uma carta em branco pra dizer que quero silenciar: que se o silêncio ainda estiver esperando por mim, eu aceito. Preciso esquecer as palavras, preciso me despedir delas para começar a experimentar a vida com honestidade. Talvez silenciando eu consiga ser mais honesto com você. Eu que precisei escrever tanto pra dizer isto: que preciso silenciar.

Talvez eu só tenha escrito isso tudo pra conseguir chorar... E usar a palavra "talvez" pode ser o início do abandono de tantas certezas; o início do uso mais corriqueiro da frase “eu não sei".

Talvez isso seja um começo de alguma coisa;
Talvez isso seja um fim.
Mas isso tudo se parece muito com tristeza...
EU NÃO SEI
. 

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Andei um pouco sumido sim, faculdade me tomando dias e noites mal tinha tempo pra estudar :C, mas agora nas ferias vou tentar recuperar o tempo perdido ^^
Ferias, Ferias, Ferias, tem coisa melhor, dormir até tarde, sair a noite sem medo de acordar tarde pra aula do outro dia, por isso aproveitem ao maximo essas ferias hashah...

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Adoro simplesmente adoroo...

Adoro o modo como você sorri. Adoro o modo como canta. Adoro o vermelho das suas buchechas quando digo algo bobo. Adoro como anda e como tropeça. Adoro quando beija meu pescoço devagarzinho. Adoro segurar suas mãos, com dedinhos tão frágeis. Adoro seu cabelo e como deslizo de começo a fim nele. Adoro suas cores. Adoro seus laços e vestis únicas. Adoro quando me olha daquele jeito, daquele jeito. Adoro seus lugares e te mostrar os meus. Adoro o modo como salva o mundo e sua visão dele. Adoro quando segura minha mão e diz que vai enfrentar as coisas por mim. Adoro sua risada enquanto te faço cócegas. Adoro quando recita algo que escreveu pra mim. Adoro suas estrelas. Adoro o fato de esquecer do resto quando estou com você. Adoro meu coração pulando quando você chega perto. Adoro seu cheiro. Adoro quando me deixa marcado. Adoro seus cachorros de raça que são marcas. Adoro quando brinca com meu rosto. Adoro sua familia. Adoro ouvir sua respiração ofegante depois do beijo. Adoro suas tintas e encenações. Adoro pensar nas milhares de coisas que podem passar pela sua cabeça quando te vejo de olhos fechados. Adoro seu corpo, cada pedacinho dele. Adoro suas mordidas e sua cara de emburrada. Adoro o fato de você me dizer tudo, sem dizer nada. Adoro suas idéias e seus conceitos também. Adoro receber suas mensagens no meio do trabalho. Adoro suas broncas e preocupações. Adoro fazer tudo certo e tudo errado com você. Adoro suas caminhadas e sua imaginação. Adoro o fato de você ser a pessoa com quem vou dormir e a pessoa com quem acordo.
Mas acima de tudo, adoro o fato de poder ter todo tempo do mundo só pra amar você...



By Ramos 

Sobre amores correspondidos não correspondidos e afins ...





Quando correspondido faz um bem danado, tudo respira a mais pura felicidade, é como um transe onde você basicamente ver aquilo que você quer ver, ok eu não acredito nessa coisa toda, para mim o amor vem/nasce da convivência do querer estar sempre com uma determinada pessoa mesmo conhecendo todos os seus defeitos e claro suas qualidades, ele vem de forma espontanea acompanhado de uma confianca fenomenal baseada na reciprocidade, talvez eu tenha uma logica bastante tosca no momento e esteja falando filosofias de boteco, ou talvez eu seja logico o bastante pra saber que ou voce me ama exatamente da forma que sou, com meus melhores e piores diarios, ou de boa nem comece, não iluda, acho que não há coisa pior que se criar falsas espectativas em relação a algo ou alguem, eu acredito no amor com experiencias compartilhadas não nesse amor que se encontra todos os dias na rua o qual você conhece a pessoa hoje, e amanhã ela já te ama, isso realmente é AMOR?.
Mas e quando ele não é correspondido, vem aquela tormente de ''porques'', pq não foi correspondido, o que há de errado comigo, e sem querer ou querendo mesmo acabamos criando um ritual de sofrimento, não se cobra amor de ninguem, a gente sofre, claro, mas se não deu certo blz bola pra frente '' se ele(a) não quer, tem quem queira'', a menos que você sinta prazer em sofrer, porque você não conhece o sentimento da outra pessoa, conhece apenas o que você sente ou inventa, voce não ama a pessoa em si, mas ama amá-la simplesmente. E amar é tão bonito, não é?. Nosso maior problema é que o amor romântico é sempre tão mais bonito que o amor cotidiano e comum... esse mesmo que a gente constrói todo dia dividindo experiências, dificuldades, tristezas e alegrias... O amor romântico está no filme do homem-aranha, na novela das oito, no seu seriado favorito, até no filme de suspense. 
Levante essa cabeça, ESQUECA, sentimento sentido por apenas um lado não é sentimento ok!
Mas ai o que você vai decidir no fim das contas? ou insiste em algo mesmo sabendo que é irrealizável e sofre e chora, amar sozinho? definitivamente NÃO, sim, a gente vai chorar de vez em quando quando assistir àquela cena de cinema, vai se inebriar do romantismo mais profundo, e vai amar o amor, e a nossa vontade de amar será tamanha que criará fantasias irremediáveis... e vai ser bonito.
Existem outras coisas no amor que vão muito além da beleza. Mas pra isso é preciso de DOIS.
Então decida-se, eu decidi seguir apenas, com meus calos, meus suspiros, meu gênio forte, mais dia menos dia, vou me perceber vivendo do lado daquela moça, cheia de defeitos, com um jeito irritante que me tira realmente do sério, dona de manias tão tolas quanto lindas... 

Mas e você? Já decidiu o que você vai fazer?

quinta-feira, 26 de maio de 2011




Ok, funciona assim. Por mais superficial que possa parecer essa minha leitura, todo mundo já teve ou já foi prateleira de alguém. Explico.
Para que serve uma prateleira? Pra guardar livros que você já leu, ou não leu porque não teve vontade ainda, ou ganhou mas quis deixar ali de enfeite sempre ao alcance da mão. Em um dia de tédio, ou no dia em que o programa que você adora assistir na TV não está no ar, você vai lá, pega aquele livro que você sabe bem nunca vai se tornar um livro de cabeceira e dá uma folheadinha básica só pra se distrair.
Qual o problema? O problema é que a maioria das “prateleiras” comemoram cada passeadinha pelas mãos do seu dono, acreditando nas migalhas que o ser amado oferece. Quem se sujeita a ser “prateleira”do homem ou da mulher que ama não ganha pontos ao se subjugar, ao parecer cachorrinho que abana o rabinho cada vez que o dono chama “vem cá”. Cachorrinho nunca vai deixar de ser cachorrinho. Um animalzinho sempre disponível para diversão ou dias de carência do dono. Por mais que o dono goste do cachorrinho, ele nunca se tornará o namorado/a do dono, porque o dono nunca — por mais que goste e eventualmente até ame — o enxergará como um igual.
Desculpem, meninos, mas eu já tive várias prateleiras. E se digo isso assim de forma tão direta e me expondo ao julgamento impiedoso é porque realmente acredito que possa dar alguma dignidade a quem se sujeita a ser “cachorro” do objeto do seu amor. Você não ganha respeito, ele/ela não vai acordar um belo dia e descobrir que vc é o amor da sua vida e declarar amor intenso a você. Prateleiras são o que são: lugares para armazenar objetos que a gente quer sempre ao alcance da mão. Se essa posição é compatível com o que você quer da vida e com a sua dignidade, eu dou o maior apoio. Mas eu sinceramente espero que não.